Fazenda Nacional Lagoa Rodrigo de Freitas

Descrição:

Planta do Leblon aprovada pela prefeitura em 26/07/1919 que demonstra a localização da antiga Fazenda Nacional da Lagoa Rodrigo de Freitas

Gênero documental:

Iconográfico

Localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro, a Lagoa Rodrigo de Freitas é um dos principais cartões-postais da capital fluminense. Além da tradicional árvore de Natal instalada desde 1995 e dos diversos esportes aquáticos ali realizados, a Lagoa se distingue por sua exuberância natural. Em torno de seu perímetro de 7,2 km e do espelho d´água de cerca de 2,5 km2, há exemplares da flora e da fauna que integram o espaço tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no ano de 2000 por sua importância como conjunto paisagístico.

Após a transferência da Família Real para o Rio de Janeiro, em 1808, a Lagoa e os engenhos foram adquiridos pelo príncipe-regente D. João, dando origem à Fazenda Nacional da Lagoa Rodrigo de Freitas. Graças à distância da Lagoa em relação ao núcleo urbano carioca e a abundância de recursos naturais, em 13 de maio de 1808, a Coroa estabeleceu no antigo engenho a Real Fábrica de Pólvora. Nas proximidades, em 1811, D. João determinou a criação Real Horto, posteriormente conhecido como Jardim Botânico do Rio de Janeiro, destinado ao plantio e aclimatação de espécimes vegetais exóticas e de interesse comercial, como a canela, cravo-da-índia, baunilha e chá-preto.

A partir do século XIX, a área da Lagoa passou por sucessivas aterros que reduziram em um terço o tamanho do espelho d´água originário. Com a crescente ocupação da região, surgiram ao redor da Lagoa diversos espaços atuais, como o Jockey Club Brasileiro, o Jardim de Alá e a sede esportiva do Clube Naval. Em 2016, por ocasião dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, a Lagoa Rodrigo de Freitas foi palco de diversas competições, como canoagem e remo.

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